Hospital São Vicente de Paulo entrega reforma e adequação de ala da maternidade

Ala da maternidade será entregue em Pitanga

Ala da maternidade será entregue em Pitanga

O Hospital São Vicente de Paulo de Pitanga realiza nessa quarta-feira, dia 29 de junho, às 10h00, a entrega oficial da reforma e adequação da ala da maternidade. Segundo o diretor administrativo Eduardo Magrin Barros, essa reestruturação foi necessária para atender às exigências e diretrizes repassadas pela Secretaria de Estado da Saúde e, para isso, foram construídos banheiros individualizados para atender cada quarto da ala da maternidade. O evento deve contar com a presença de representantes da diretoria, integrantes da irmandade e autoridades municipais.

O diretor administrativo aproveitou a ocasião para falar sobre algumas postagens que estão sendo colocadas em redes sociais relativas ao atendimento do São Vicente de Paulo. Ele explica que o hospital tem caráter particular, já que é mantido pela irmandade e, por esse motivo, atua como entidade filantrópica, mas necessita dos recursos de convênios com planos de saúde, consultas particulares e dos contratos para atendimento pelo SUS para sua manutenção. “É importante destacar que atendemos todos os dias os pacientes, seja pelo SUS, convênio e particulares”, frisa.

Ele esclarece que, especialmente no período noturno e aos finais de semana, o hospital atua no regime de plantão e, em função do grande número de pacientes que procuram o serviço, não apenas de Pitanga, mas de outros municípios, o hospital adota o protocolo de Manchester para o atendimento. Nesse caso, os pacientes não são atendidos pela ordem de chegada, mas pela gravidade e pelo risco de vida. “É realizada uma triagem do paciente que chega ao pronto-atendimento e ele é classificado de acordo com a gravidade e as situações de urgência e emergência são priorizadas no atendimento”, salienta.

Eduardo Barros destaca que, muitas vezes, o médico que está atendendo no pronto socorro recebe dois ou três pacientes em estado grave de forma simultânea e ele precisa manejar e estabilizar esse paciente e incluí-lo na central de leitos e isso, às vezes, demora por um longo tempo. “O hospital não nega atendimento, mas muitas vezes, ocorre de o paciente ser triado como de baixo risco e tem que esperar quatro, cinco ou até seis horas, devido ao volume de atendimentos daquele dia; já registramos plantões de 12 horas que tivemos mais de 90 atendimentos e isso acumula e represa o atendimento do pronto-socorro”, frisa.