Com aumento de casos de covid, Maringá volta a recomendar o uso de máscaras

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O aumento de registros de casos positivados de covid-19 levou a Secretaria de Saúde de Maringá a voltar a recomendar o uso de máscara em ambientes fechados, como o transporte coletivo e salas de aula.

Maringá aboliu o uso da máscara há mais de um mês, portanto, a nova decisão é por recomendação, o que não deve ser confundido com obrigação.

A decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira após análise dos dados epidemiológicos no município. Como está acontecendo em todo o Brasil, a contaminação por covid-19 tem aumentado em Maringá nos últimos dias.

“Os dados apontam aumento do número de testes com resultado positivo no município”, afirma o secretário municipal de Saúde, Clóvis Augusto Melo. “Esta época do ano é propícia para a transmissão de diversos vírus respiratórios, como os da influenza e o Sars-Cov-2, causador da COVID-19. Assim, nossa recomendação à população é evitar aglomerações, usar as máscaras em ambientes fechados e manter a ventilação constante, sempre que possível com as janelas abertas”, explicou. Melo destacou ainda que, para pessoas com sintomas gripais, o uso de máscaras é obrigatório, além da necessidade de serem seguidas à risca as orientações para quem testou positivo para a doença, como o isolamento de 7 dias.

Melo ressalta sobre a importância de manter em dia a cobertura vacinal. “Estamos em plena campanha de imunização contra a gripe. A vacina deste ano protege não apenas contra os vírus da influenza, mas também contra o H1N1 e H3N2. Também antecipamos a vacinação de crianças até 5 anos incompletos, pois observamos um aumento de casos de síndromes respiratórias diversas nas nossas unidades de saúde”, alertou.

Também é importante verificar na carteira de vacinação se já está na hora de tomar a segunda, terceira ou quarta dose contra a Covid-19. “Se você ainda não se imunizou contra a Covid-19, verifique no site da prefeitura de Maringá os locais e horários de vacinação e compareça. A vacina reduz em quase 100% a possibilidade de agravamento da doença, o que é comprovado pelos atuais números de internamentos na cidade”, orientou Melo.