Famílias buscam alternativas para economizar na alimentação

Motorista Valdemir Oliveira aposta em pesquisa para levar alimentos mais baratos para casa

Motorista Valdemir Oliveira aposta em pesquisa para levar alimentos mais baratos para casa

Os consumidores têm percebido que a cada dia fica mais difícil encher o carrinho do supermercado, por conta da alta dos preços, e têm buscado alternativas para manter a alimentação sem pesar tanto no bolso, devido à alta inflação que tem projeção de alta de 8,51% neste ano.

Um exemplo comum é a carne, que já não faz mais parte do cardápio diário em muitas famílias. A solução tem sido substituir por outras proteínas. Frango e até mesmo o ovo são opções para o cotidiano.

Para lidar com a alta dos produtos, o consumidor tem buscado alternativas mais baratas para se alimentar, como por exemplo, reduzir a quantidade de produtos que leva para casa ou pesquisar as promoções do dia. “Tudo subiu muito, desde combustível à alimentação. A carne vermelha subiu demais e a solução é substituir pela carne de frango ou de porco para equilibrar o orçamento, assim como os produtos de limpeza, tendo em vista que não dá para deixar de fazer as compras do mês, mas se antes a gente gastava R$500, hoje gasta R$800 com alimentação”, ressaltou o autônomo Lauro Correa Resende, que costuma ir ao supermercado a cada 40 dias.

O aposentado Valdinei José Botelho disse que já não consegue comprar os mesmos produtos com o mesmo valor que gastava antes e, para não estourar o orçamento, a opção é fazer economia. “Os preços subiram quase o dobro e isso impacta bastante na hora de fazer as compras. Nesse sentido, a estratégia tem sido comprar somente o necessário, diminuindo principalmente a quantidade de carne vermelha”, frisou o aposentado.

O motorista Valdemir Alves de Oliveira comentou que, nos últimos meses, percebeu o aumento de vários produtos, dificultando a compra dos alimentos para o dia a dia, especialmente da carne vermelha, considerada a vilã da alta dos preços. “É uma situação muito difícil para nós, porque o ganho continua o mesmo e temos que administrar o que sai, fazer uma cotação de preço para levar produtos mais baratos sem perder a qualidade, mas não está fácil. Em casa, intercalamos carne e ovo para diversificar a proteína no prato e não pesar tanto no bolso”, completou.

O auxiliar de serviços gerais Valdecir Ferreira comentou que os preços da alimentação subiram demais e que a compra do mês passa de R$650. “Tudo está pesando, precisei cortar um pouco a carne porque está muito cara, nesse caso a gente substitui por verduras e ovos”, ressaltou.

Valdinei Botelho comenta que compra somente o necessário para economizar

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Autônomo Lauro Resende busca opções para economia na hora das compras

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Auxiliar de serviços gerais Valdecir Ferreira reclama do preço da carne

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