Guto Silva anuncia investimentos do Governo do Estado em saúde e infraestrutura

Chefe da Casa Civil garante funcionamento dos hospitais regionais

Chefe da Casa Civil garante funcionamento dos hospitais regionais

Durante visita a Pitanga, onde fez a entrega dos kits de robótica para as escolas da rede pública estadual, o chefe da Casa Civil, Guto Silva, tocou em diversos assuntos de interesse da região central. Ele lembrou que, recentemente, foi realizada uma reunião em Curitiba com os prefeitos da região central, coordenada pelo prefeito de Pitanga e presidente da Amocentro (Associação dos Municípios do Centro do Paraná), Maicol Barbosa, que mostrou as principais demandas e necessidades dos municípios.

Guto Silva lembra que o desenvolvimento do Paraná começa a partir do litoral, passa pela capital e segue pela periferia do estado, deixando a região central em um vácuo histórico de desenvolvimento. “Precisamos ter um olhar diferenciado e corrigir esse erro histórico da região central e trazer e infraestrutura adequada e consolidar aqui os serviços públicos que precisamos ter na região, além de modificar o eixo de desenvolvimento da região central”, salienta.

Durante seu pronunciamento, ele falou que a obra entre Mato Rico e Pitanga está avançando de forma consistente e a expectativa é que até o final desse ano, os primeiros dez quilômetros de pavimentação sejam entregues. Ele também destacou que o Governo do Paraná fará de tudo para corrigir um erro histórico e o trecho entre Pitanga e Guarapuava deverá ser duplicado. “Com os investimentos em infraestrutura, teremos a região prosperando e avançando; acredito muito na região e que ela vai se transformar com grandes obras”, disse o chefe da Casa Civil.

Hospitais regionais

Guto Silva também falou sobre a situação dos hospitais regionais localizados na região central, Ivaiporã e Guarapuava. Ele lembrou que a pandemia da Covid-19 fez com que esses hospitais tivessem sua construção acelerada e fossem colocados em funcionamento para atender pacientes da doença. Ele destaca que, agora, um dos desafios é colocar em dia as cirurgias eletivas que ficaram paradas por conta do atendimento praticamente exclusivo da Covid-19. “Temos uma fila de pessoas que estão agoniadas, esperando cirurgia e vamos concentrar todo o esforço para liberar essa fila e os hospitais regionais terão um papel importante nisso”, salienta.

Ele afirmou também que houve uma conversa com a Secretaria da Fazenda, para definir o funcionamento dos hospitais na função para que foram projetados. “Agora, no final do ano, vamos sentar com os hospitais para que, no próximo ano, eles possam atender a população de forma regular e isso é uma conquista importante para todos nós”, frisa.