Deu bobeira

Deu bobeira

Interessante o futebol hoje em dia. O Atlético Mineiro dispara na ponta da série A do campeonato brasileiro e, na hora de ficar ainda mais tranquilo, quase perde para o Fluminense, empatando o jogo já no apagar das luzes. Acabei levando um “tapa na cara”, pois antes do jogo, no programa Eldorado Debate, na rádio Eldorado/Criciúma, eu disse que o Fluminense era um time muito fraco e que não teria chance alguma diante do Galo. Não acho que eu esteja errado. Basta olhar para classificação da série A, para constatar que estou certo, pois o Tricolor das Laranjeiras está encostado na zona de rebaixamento. Bobeou o time do técnico Cuca. Era para ter vencido e disparado ainda mais na ponta.

Brasileirão da terceira

Na terceira divisão nacional, uma diferença enorme entre os dois grupos. Dos times que compõem o G4 do grupo A, nenhum deles estaria classificado no grupo B, que é um minicampeonato paulista, já que cinco dos dez componentes são paulistas (Novorizontino, Ituano, Botafogo, Mirassol e Oeste). O grupo A tem uma pontuação bem mais baixa. No grupo B, vai ser pontuação alta para se classificar. A projeção era 30 pontos, mas pode ser preciso mais. Nesse grupo, os primeiros são Ypiranga (RS), Criciúma (SC), Novorizontino (SP) e Ituano (SP).

Coxa na segundona

Está muito boa a série B do campeonato brasileiro. O Coritiba mostra competência para voltar a figurar entre os grandes. Claro que falta muita coisa ainda, mas dá para ver que o time do Alto da Glória está bem arrumado e em condições de garantir o acesso à série A. Mas tem grandões que não têm vida fácil, pois Botafogo, Cruzeiro e Vasco da Gama estão sentindo na pele o que é jogar a segundona nacional.

Público nos estádios

Eu sou totalmente favorável à presença de torcedores nos estádios de futebol, no Brasil. Desde que, claro, com regras e controle. O problema é que, quando se dá a chance de isso ocorrer, vemos a falta de organização por parte dos clubes e a falta de respeito dos torcedores, em relação aos cumprimentos dos protocolos estipulados durante essa pandemia. Foi assim nos jogos do Atlético, pela Libertadores, e do Cruzeiro, na série B nacional, nos jogos no Mineirão, em Belo Horizonte. As pessoas querem direitos, mas não se comprometem com os deveres.

Tem que ter público

Tem gente por todos os lados. Tem supermercados lotados, restaurantes cheios, festas fechadas, festas nas ruas. Enfim, nem parece que tem pandemia. Aliás, tem gente que não está nem aí para isso. O que eu não concordo. Mas, em relação à público nos estádios, sou totalmente favorável. É muito mais seguro 30, 40, 50% de capacidade de público nos estádios, do que por aí, pelas ruas, em festas e em lugares fechados. E mais, com grande número de torcedores já vacinados com as doses necessárias ou exigidas. Outra coisa, essa pandemia ainda vai longe, com suas variantes, e a vida tem que seguir. Temos que trabalhar, se cuidar, mas temos que ter o direito de ver um jogo de futebol, para sair um pouco dessa coisa de só doença e vírus. E os clubes, os jogadores, precisam do torcedor nos estádios.