Cuidados com a Covid-19 devem ser mantidos mesmo após a 2ª dose da vacina

22ª Regional de Saúde alerta que prevenir a Covid é necessário mesmo após a 2ª dose

22ª Regional de Saúde alerta que prevenir a Covid é necessário mesmo após a 2ª dose

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), por meio da 22ª Regional de Saúde de Ivaiporã, que conta com 16 municípios na área de abrangência, alerta que mesmo depois de concluir o ciclo de imunização com as duas doses da vacina, é preciso manter a rotina de cuidados contra o coronavírus.

A chefe de Divisão de Vigilância em Saúde da 22ª Regional de Saúde de Ivaiporã, Marcelle Mareze, explicou que mesmo com o avanço da vacinação, ainda não é possível relaxar nos cuidados com a pandemia.

Ela ressaltou a importância de tomar a segunda dose da vacina para garantir um resultado positivo no que diz respeito à imunização, sendo necessário que 70% da população ou mais seja vacinada para reduzir o nível de transmissão de casos e da circulação viral. “As estratégias de segurança devem ser mantidas até que boa parte da população seja completamente imunizada com as duas doses da vacina. O sistema imunológico não está completamente formado para combater o vírus”, explicou.

Por essa razão, é necessário manter os cuidados com a higiene das mãos, usar máscara para evitar a transmissão via gotículas e manter o distanciamento social. Em relação à vacinação, a farmacêutica da Divisão de Vigilância em Saúde, Lilian Silvestre, comentou que os protocolos de biossegurança devem ser mantidos como forma de prevenir a contaminação por novas cepas e variantes do coronavírus. “Os estudos demonstram que as vacinas previnem, principalmente, o agravamento dos casos e óbitos por complicações da doença, mas a pessoa que toma a vacina tem chance de pegar o vírus e transmitir para outras pessoas, mesmo após ter tomado a 2ª dose. A partir da 2ª dose, o organismo fica mais protegido, mas não quer dizer que fica livre de pegar a doença. Por isso, o importante é tomar a vacina que estiver disponível conforme a faixa etária do indivíduo”, alertou, lembrando que em menor escala quem já contraiu a doença ainda corre risco de ser infectada pelo coronavírus.