Olimpíadas

Olimpíadas

O Brasil confirmou sua classificação para a decisão da medalha de ouro, no futebol masculino, nas Olimpíadas do Japão. Não foi fácil, mas dentro daquilo que se esperava. Sabíamos que não seria fácil passar pelo México, nas semifinais. O confronto foi muito difícil, num jogo que faltou mais qualidade e cuja decisão da vaga foi para a cobrança de penalidades máximas, com triunfo brasileiro. Uma medalha está garantida, mas, claro que, em se tratando de futebol, temos que pensar no ouro. Vai ser pedreira enfrentar a Espanha na decisão, mas será dureza para ambos.

Vôlei de Praia

Eu assisti a dois jogos de vôlei de praia feminino, do Brasil, com a dupla Ana Patrícia e Rebecca e, desde o início, manifestei minha opinião de que se tratava de um time bem abaixo de outros tantos que já vi jogar com a camisa do Brasil. A outra dupla, Agatha e Duda, eu não vi jogar. Mas, convenhamos, se esperava que, pelo menos uma das duplas, chegasse às semifinais. Para mim, ficou a frustração.

Futebol feminino

De novo aquela velha choradeira, depois da desclassificação nos Jogos Olímpicos no Japão. Junto, a preocupação em relação às críticas pelo resultado negativo. A verdade é que o Brasil foi desclassificado por incompetência. Não vejo motivo algum para que a seleção feminina de futebol não seja criticada. Não existe sentido no elogio, se não houver a crítica. E não é por serem mulheres, que as nossas jogadoras estão isentas das críticas. Como costumo afirmar, quem não aceita crítica, no futebol, tem que mudar de profissão.

Público nos estádios

Pelo jeito estamos muito próximos da volta do público nos estádios de futebol no Brasil. Conversei no Maracanã, sobre o assunto, após o confronto da Copa do Brasil, Fluminense e Criciúma, com o presidente do clube catarinense e ele me disse que para setembro o público já deverá estar nos estádio. Até me surpreendi com a informação de que deve ser liberado 50% da capacidade dos estádios, com o cumprimento dos protocolos exigidos em relação ao combate ao coronavirus. Imaginava que seria algo em torno de 20 a 30%. Sou totalmente a favor da volta do público, nesses parâmetros.