Escolas de Pitanga avaliam volta às aulas presenciais no segundo semestre

Alfredo Schavaren

Alfredo Schavaren

A Secretaria Municipal de Educação de Pitanga deve realizar uma avaliação, no início do segundo semestre, sobre a possibilidade de retorno das aulas presenciais. Durante essa semana, que é de recesso tanto na rede municipal como na rede estadual, haverá uma reunião com a equipe de ensino do NRE (Núcleo Regional de Educação) de Pitanga para uma avaliação da utilização do transporte escolar e como será a retomada do ano letivo no segundo semestre. A tendência é que haja uma demanda maior do serviço, por parte dos alunos da rede estadual de educação. Pela resolução da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), os ônibus e veículos que fazem o transporte dos alunos só podem operar com 50% da capacidade.

O secretário municipal de Educação de Pitanga, Alfredo Schavaren, disse que essa limitação causa uma dificuldade para o município, já que o transporte escolar é compartilhado entre os alunos da rede pública municipal e estadual. “Com essa restrição, nosso transporte não comporta todos os alunos. Para o retorno das aulas presenciais, precisamos da lotação completa dos veículos, para que o município também retome as aulas presenciais”, cita.

Nesse sentido, as aulas na rede municipal de educação de Pitanga devem retornar da mesma forma que foram encerradas no primeiro semestre. Com o atendimento individualizado em sala de aula e as aulas na modalidade remota. No entanto, ao invés de atender um aluno por vez, esse atendimento feito pelo professor contará com dois ou três alunos em sala de aula, ainda sem aulas presenciais continuadas. “A complementação continuará com as atividades de forma remota, com as atividades impressas e aulas online”, ressalta.

Caso seja possível a volta das aulas presenciais, o retorno será gradativo, começando com os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental. E a cada duas semanas, uma série retorna de forma gradativa, se tudo estiver correndo bem. “Podemos começar, inclusive, com algumas turmas em sala de aula e outras ainda em atendimento remoto e, para isso, vamos depender da questão do transporte escolar. Estamos debatendo estes dois cenários com os professores”, frisa.