Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais presta conta das atividades

Leonil Garcia - presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ivaiporã

Leonil Garcia - presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ivaiporã

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ivaiporã, Leonil Garcia, procurou a redação do jornal Paraná Centro para fazer uma espécie de prestação de contas das ações que ele desenvolveu, durante o período em que está à frente da entidade.

Morador de Ivaiporã há 50 anos, Garcia começou a trabalhar como servidor público em 1984 e sempre acompanhou o trabalho da entidade sindical. Em 1992, juntamente com outros servidores municipais, ficou mais de três meses sem receber salário e isso o despertou para participar mais efetivamente da vida sindical, sendo que, em 1994, foi eleito presidente.

Uma das primeiras ações foi a solicitação de um terreno para a construção da sede própria do sindicato, que foi conseguido na gestão do ex-prefeito Melvis Muchuiti, onde foi construído um prédio com três pavimentos, numa área superior a 360m². Ainda nessa gestão, o Sindicato entrou com uma ação para que os concursados no ano de 1991 fossem chamados e ainda moveu uma ação trabalhista que beneficiou mais de 900 funcionários pela falta de pagamentos de salários na gestão do ex-prefeito Antônio da Paz.

O Sindicato fez uma série de pedidos para a elaboração do estatuto do servidor público e aprovação dos planos de cargos e salários para os servidores do quadro municipal.

Pensando nos servidores mais carentes, o sindicato solicitou que o município fornecesse cesta básica. “Todo ano, na data base do mês de maio, o sindicato faz audiência com o prefeito, levando em pauta as reivindicações, ajuste salarial e outras solicitações”, informa o presidente.

Leonil ressalta que o sindicato procura atender bem os sindicalizados, com corte de cabelo, manicure, cabeleireira e esses serviços são mantidos apenas com a contribuições do sindicato, além de entregas de cestas básicas nas casas, sem custo adicional, convênio com o depósito de gás, entre outros benefícios. “Esse é um trabalho que temos realizado há muito tempo e, às vezes, os funcionários não estão informados e acham que o sindicato teria que fazer muito mais; no entanto, temos poucos associados e ainda sofremos com pessoas que fazem ações para desfiliações do sindicato e, assim, perdemos receita. Mas estamos procurando fazer o que podemos, dentro das possibilidades”, destacou Leonil.