Senar volta a realizar cursos presenciais na região de Pitanga

Cursos presenciais voltam a ser realizados pelo Senar-pr

Cursos presenciais voltam a ser realizados pelo Senar-pr

No início desse ano, o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) retornou com os cursos presenciais em todo o Paraná e, na região do Sindicato Rural de Pitanga, não foi diferente. Depois de quase um ano parado, as capacitações voltaram a acontecer, tomando todos os cuidados possíveis, seguindo os protocolos definidos pelas autoridades de saúde. Para conseguir voltar com as capacitações, o Senar limitou o número de participantes e adequou o tamanho das turmas; ainda assim, para que os treinamentos possam voltar, é preciso a aprovação dos cursos por parte das regionais, onde o sindicato envia uma cópia do decreto municipal autorizando a realização do curso ou da secretaria de saúde e isso deve ser feito mensalmente.

Nos quatro primeiros meses do ano, já foram realizados 13 cursos presenciais. Segundo o mobilizador do Senar pelo Sindicato Rural de Pitanga, Elias Harmuch, além de Pitanga, os cursos viabilizados pelo sindicato atendem também as cidades de Nova Tebas, Santa Maria do Oeste, Boa Ventura do São Roque e Mato Rico. Ainda não é possível comparar a quantidade de cursos realizada até o momento, com o que era registrado antes da pandemia, que era entre 10 e 12 cursos mensais. “Também tivemos um agravamento da pandemia nesse início de ano, que demandou a realização de decretos mais rígidos e que impossibilitaram a realização dos cursos”, salienta. Os cursos da área de manipulação de alimentos ainda não foram autoridades pelo Senar para serem realizados.

Para que os cursos voltassem com segurança, o Senar adotou uma série de medidas, como a redução no tamanho das turmas, de 8 a 10 alunos. Antes da pandemia, as turmas eram de 10 a 15 alunos. “Também foi elaborado um Protocolo de Biossegurança, que é enviado ao parceiro e apresentado aos participantes na abertura dos cursos tanto nas aulas teóricas como nas práticas; também são fornecidas, junto com os materiais dos cursos, duas máscaras para cada participante e álcool gel”, relata Elias Harmuch.

O mobilizador destaca que ainda não é possível definir a quantidade de cursos que serão realizados nesse ano, em função da pandemia. Mas ele acredita que não será tão ruim como foi em 2020. “Mesmo com a vacinação, esse vírus vai estar entre nós e não podemos nos descuidar, o meio rural não parou com a pandemia e precisamos continuar qualificando os produtores e os trabalhadores do meio rural”, frisa Elias Harmuch.