O voo da águia: uma lição de vida

Existe alguém com grandes poderes para melhorar ou piorar sua vida: você mesmo.

Não é sem motivos que a águia é uma das aves mais admiradas em todo o mundo. Sua elegância e postura impotente, aliadas ao seu vigor e suas incríveis capacidades físicas, fazem dela um ícone de poder e força.

Mas o que poucas pessoas sabem é que, a exemplo da Fênix, a águia também é um símbolo da recuperação e do ressurgimento. As raízes dessa simbologia vêm de uma verdadeira saga de superação protagonizada pelas águias.

Quando atingem 35 anos, elas estão com o corpo desgastado, garras e bico compridos demais, as penas pesadas. Sua capacidade de caçar está drasticamente reduzida.

Seguindo seu instinto, a águia prepara um novo ninho em uma rocha alta. Uma vez instalada, sua primeira providência é raspar suas garras na rocha até que elas fiquem em carne viva. Depois, bate o bico nas pedras até despedaçá-lo e fazê-lo cair. No lugar das partes mutilada, começam a surgir novas garras e um potente bico.

Durante todo o processo a águia é alimentada por outras do seu grupo. Refeito dessa primeira fase, o animal começa a arrancar suas penas, para que novas ressurjam. São cerca de 150 dias de preparação para o famoso voo da águia, quando a ave ressurge no auge do seu vigor, com mais 35 anos pela frente.

“Muitas vezes em nossas vidas, temos que nos isolar por algum tempo e começar um novo processo de renovação interior. Precisamos nos libertar dos rancores, dos maus hábitos e das más companhias... São eles que nos impedem os altos voos e o progresso. Devemos destruir o bico do ressentimento, as unhas da inveja e da ganância, as pesadas asas do conformismo. Então, desfrutando os benefícios que uma renovação saudável nos oferece, dar o voo da vitória sobre nós mesmo. E começar uma nova vida, cheia de alegria e conquistas”.

Autor desconhecido.