Cooperados recebem maior sobra da história da Coamo

O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, coordenou os trabalhos da 1ª Assembleia Digital da cooperativa, com aprovação do resultado com receita global de R$ 20 bilhões em 2020

O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, coordenou os trabalhos da 1ª Assembleia Digital da cooperativa, com aprovação do resultado com receita global de R$ 20 bilhões em 2020

Os quase 30 mil cooperados da Coamo, espalhados pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, começaram a receber na sexta-feira, 12 de fevereiro, a última parcela das sobras do exercício de 2020, que ultrapassam R$ 500 milhões de reais. Um benefício muito aguardado pelo quadro social e que premia a participação e movimentação durante o ano junto à cooperativa.

Deduzido o valor da primeira parcela paga em dezembro, no montante de R$ 139 milhões, nesta etapa serão distribuídos R$ 364 milhões de reais, de acordo com a movimentação de cada cooperado nas operações de compra de insumos e entrega da produção.

No ano passado, a Coamo obteve o melhor resultado da história, com faturamento líquido de R$ 20 bilhões. O valor representa 43,2% a mais do que o valor alcançado em 2019, refletindo também no aumento do valor das sobras, que atingiu o montante de R$ 1,109 bilhão, um incremento de 40,0% em relação ao exercício de 2019.

O foco da Coamo é agregar valor às atividades dos associados, com o compromisso de ser a melhor opção de seu desenvolvimento, a realização profissional dos funcionários, os melhores produtos aos clientes e negócios aos parceiros. “Assim, é com satisfação que podemos afirmar ser este o melhor ano da história da Coamo, seja no recebimento e industrialização dos produtos, ou nos aspectos econômicos e financeiros”, diz José Aroldo Gallassini, presidente do Conselho de Administração da Coamo.

Nas unidades de Ivaiporã e Pitanga, logo pela manhã, os cooperados foram saber os valores que tinham direito a receber e fazer as primeiras movimentações com o recurso extra. Para respeitar os protocolos definidos pelas autoridades sanitárias, nenhuma unidade da Coamo realizou o tradicional café da manhã para a distribuição das sobras e, no acesso às unidades, foi respeitada a quantidade limitada de pessoas, como já vem ocorrendo ao longo dos últimos meses.

O casal Antônio Marcos Pereira e Solange Merico Pereira esteve na cooperativa logo pela manhã e comemorou o valor das sobras. Antonio Marcos é cooperado desde 2004 e a esposa desde 2017. Segundo eles, as sobras de cada ano são muito esperadas e já as usaram para completar pagamentos, fazer viagens de férias e comprar móveis e eletrodomésticos para a casa. “Esse é um dinheiro sempre muito bem vindo”, frisa Antonio Pereira.

Para esse ano, as sobras serão usadas para que o casal complemente os recursos para a aquisição de terras, feita no final de 2020 e, assim ampliar a propriedade. “Eu acredito que essa devolução é espetacular. Nós sempre trabalhamos com a Coamo e, pela seriedade da administração, contamos com esse dinheiro para melhorar ainda mais o nosso negócio”, ressalta Solange Merico.

Antônio Pereira e Solange Pereira ao lado do gerente da unidade de Ivaiporã Domingos Carlos Fontana

Antônio Pereira e Solange Pereira ao lado do gerente da unidade de Ivaiporã Domingos Carlos Fontana

O gerente da unidade de Ivaiporã, Domingos Carlos Fontana, informa que, em 2020, a Coamo celebrou seu Jubileu de Ouro e, coincidentemente, alcançou o melhor resultado de sua história. “Isso demonstra que, mesmo em um ano de pandemia, o cooperado continua confiando no trabalho da diretoria e de todos os colaboradores, prova disso é que a Coamo tem quase 30 mil associados”, frisa.

Ele enaltece também o resultado em Ivaiporã, que foi muito expressivo, e cerca de 4% do valor das sobras de toda a cooperativa irão movimentar o comércio dos municípios jurisdicionados à unidade, como Ivaiporã, Jardim Alegre, Arapuã e Ariranha do Ivaí. “Essa é a grande diferença do cooperativismo, onde o resultado positivo retorna para o cooperado e não fica na mão de um dono”, frisa. Ele salienta que é de extrema importância que os cooperados valorizem e participem da sua cooperativa, pois quanto maior a participação, maiores serão os benefícios.

Pitanga

João Maria da Silva confere valor das sobras junto com o gerente Valdemir de Paula Barbosa

João Maria da Silva confere valor das sobras junto com o gerente Valdemir de Paula Barbosa

O cooperado João Maria da Silva, que tem propriedade em Pitanga e em Santa Maria do Oeste, também esteve pela manhã na unidade da Coamo em Pitanga para verificar o valor e movimentar as sobras pela sua participação. Associado a Coamo há 27 anos, ele reside em Pitanga há cerca de 1 ano e meio, mas já trabalha com a cooperativa desde os 19 anos e residia na cidade de Mamborê. “Para o agricultor, as sobras são como um 13º terceiro salário e ajuda a adquirir bens e melhorias para a casa”, comenta o cooperado.

Os recursos desse ano têm uma destinação definida. Com a antecipação das sobras em dezembro, João Maria fez a aquisição de uma geladeira e com as sobras desse início de ano, pretende comprar um forno e iniciar a produção de pães. “Eu acredito no cooperativismo e só trabalho com a Coamo, que é uma empresa formada por pessoas sérias, que fornecem produtos de qualidade; e temos confiança e garantia no trabalho da diretoria”, diz o cooperado.

Segundo o gerente da unidade da Coamo de Pitanga, Valdemir de Paula Barbosa (Miro), o resultado desse ano vem sendo construído nos últimos 50 anos, com o trabalho do presidente do Conselho de Administração, Aroldo Gallassini, mostrando que, mesmo nas crises, aparecem oportunidades e existem possibilidades de crescimento. O gerente destaca o tripé, um dos pilares da Coamo, é o trabalho dos funcionários, diretoria e cooperados; e também o resultado dessa nova governança corporativa, que vem mostrando com os resultados do ano passado, que a Coamo está no caminho certo.

Miro lembra que a distribuição do resultado para os cooperados é um dos princípios do cooperativismo e grande parte desse recurso movimenta o comércio dos municípios da região. “Nosso cooperado está muito contente, pois esse é um valor significativo, ainda mais no início da colheita e ajuda, principalmente, quem está se planejando para iniciar a safra”, frisa o gerente.

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