Biomédica fala do papel da biomedicina no desenvolvimento de vacina contra Covid-19

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Nunca se falou tanto no profissional biomédico ou na biomedicina como na atualidade. No momento atípico em que vivemos, marcado por perdas, doenças, sofrimento, restrições, cuidados, alteração na rotina, ocasião em que todo mundo teve que aprender a lidar com tudo, profissionais de saúde se destacam como os verdadeiros heróis no enfrentamento a uma ameaça invisível como a Covid-19, que tem feito tantas vítimas infectadas e fatais.

O profissional biomédico, que comemora seu dia na sexta-feira, 20 de novembro, pode ter 31 habilitações, dentre as quais estão análises clínicas, estética, reprodução humana, entre outros, mas em tempos de Covid-19, o biomédico tem se destacado cada vez mais por ter a capacidade de estudar e conhecer a fundo as características desse vírus e ter um papel essencial no enfrentamento da pandemia que assola o mundo. Para isso, o diagnóstico é essencial para o tratamento do paciente que está com suspeita ou acometido pela doença.

De acordo com a biomédica Francyhellen Franco Montanha, que atua no Laboratório Modelo e também é tutora da Uniasselvi de Ivaiporã, a biomedicina tem papel relevante no diagnóstico, bem como na área da pesquisa e desenvolvimento de vacinas, que tem sido o foco de muitos biomédicos pelo mundo.

A profissional esclareceu que, apesar da biomedicina ter um papel fundamental na resolução dessa crise, as vacinas que estão sendo produzidas têm que passar por fases até chegar à etapa de testagem em voluntários humanos. “Geralmente, o desenvolvimento de uma vacina demora anos, é um processo demorado que requer vários testes para não se ter um efeito controverso na população. Com a pandemia se acelerou o processo de desenvolvimento de vacinas e a ciência nesse tempo evoluiu rapidamente”, acrescentou a biomédica.

A biomédica disse que existe uma previsão de que algumas vacinas, que estão na fase 3 dos testes clínicos, comecem a ser aplicadas na população. Nesse momento, o objetivo é aplicar o imunizante em milhares de voluntários e acompanhá-los por determinado período de tempo.

Afinal, é consenso entre os especialistas que um imunizante seguro e eficaz será a única forma de acabar de vez com a pandemia, com a diminuição definitiva dos números de casos, hospitalizações e mortes. “É por meio das pesquisas que se produzem medicamentos e vacinas contra a Covid-19”, finalizou Francyhellen Montanha.

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