Paraná lidera ranking nacional de empregados pela Agência do Trabalhador

O Paraná lidera o ranking nacional de pessoas colocadas no mercado de trabalho pelas Agências do Trabalhador. De janeiro a setembro de 2020 foram colocados 56.964 empregados com carteira assinada. O balanço é da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego do Ministério da Economia e foi enviado à Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

O resultado do Paraná está 145% acima do segundo colocado, que é São Paulo, com 23.194 colocados. Ceará ficou em terceiro, com 20.270, seguido de Minas Gerais com 14.402 e Bahia com 12.380 novos trabalhadores.

“A liderança do Paraná é disparada e confirma mais uma vez o potencial do nosso Estado de gerar oportunidades para a população”, diz o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O Governo do Estado vem atuando fortemente para dar suporte à retomada da economia, com linhas de crédito para empreendedores, programa de proteção de empregos para jovens, programa de valorização dos produtos paranaenses, obras de infraestrutura, que criam novas vagas em todas as regiões”, destaca. “E é importante ressaltar que mesmo durante a pandemia tivemos inúmeros anúncios de novos investimentos produtivos no nosso Estado, dos mais diversos segmentos”.

TRABALHO ATIVO - O secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, destaca que os números do Paraná ainda correspondem a 30% do total do resultado do País de 189.715 colocados pelos postos da rede do Sistema Nacional de Emprego (Sine).

“Este é um reflexo direto do esforço do governo Ratinho Junior para atrair empresas e da gestão pró ativa de captação de novas vagas de emprego que é desenvolvida pelas Agências do junto às empresas”, explica.

Existem hoje 216 Agências do Trabalhador no Paraná, que são vinculadas à Secretaria da Justiça, Família e Trabalho do Paraná, o que facilita o acesso ao mercado de trabalho. “Nas agências todos os atendimentos são prestados por meio da intermediação de mão de obra, ou seja, os profissionais fazem todo o acompanhamento para a procura de vaga que se enquadre ao perfil do candidato e seleciona para encaminhamento da entrevista até a contratação”, explica a chefe do Departamento do Trabalho e Estimulo à Geração de Renda da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, Suelen Glisnki.

Levantamento feito pela Secretaria, na semana passada, mostrou que de março a setembro, período mais intenso da pandemia e da retração da economia, foram colocados no mercado 39.666 pessoas.

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