Companhia da PM de Ivaiporã desenvolve Operação Visibilidade

Policiais Militares participam da Operação Visibilidade

Policiais Militares participam da Operação Visibilidade

A 6ª Companhia Independente da Polícia Militar de Ivaiporã (6ª CIPM) realizou na quinta-feira, dia 8 de outubro, o lançamento da Operação Visibilidade. A ação, que ocorreu nos 14 municípios da jurisdição da PM de Ivaiporã, reuniu cerca de 50 policiais militares e 20 viaturas.

Segundo o major Élio Boing, a Operação Visibilidade é uma retomada das operações da PM na região, após o início da pandemia da Covid-19. Ele explica que, em função da doença, houve uma restrição com relação a esse tipo de ação policial, justamente para preservar os policiais de um contato maior com as pessoas e dar uma atenção maior aos serviços de atendimento de ocorrência através do 190.

Essa operação terá um caráter permanente e deverá ocorrer pelo menos uma vez por semana, onde haverá um reforço no policiamento ostensivo e visando um trabalho de prevenção da ocorrência de crimes. Como o próprio nome sugere, a ideia da operação é que a população possa visualizar as equipes da Polícia Militar. “As equipes ficarão alocadas em locais de alta visibilidade e também realizarão abordagem de pessoas e veículos, principalmente, nas entradas e saídas das cidades”, ressalta.

O comandante salienta que essas ações ocorrerão de forma simultânea, em um determinado dia da semana, e envolverão também policiais que estejam no serviço administrativo e em outras atividades operacionais. “O objetivo é evitar que os crimes ocorreram com a presença das equipes policiais nas ruas e, com isso, acreditamos que indivíduo ficará inibido de cometer um crime, sabendo que as viaturas da Polícia estão nas ruas”, salienta. Boing ressalta que o resultado dessa operação ocorrerá a médio e longo prazo, com a inibição do cometimento de crimes.

O comandante da 6ª Companhia da Polícia Militar, major Élio Boing, frisa que essa Operação Visibilidade não irá, pelo menos, em um primeiro momento, realizar revistas em bares ou locais com aglomeração. Ele entende que esse tipo de ação só deve ser realizada em casos excepcionais, para evitar expor o policial militar ao risco de uma abordagem em um local com muitas pessoas.

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