Liberação de atividades torna uso da máscara ainda mais imprescindível

Fabiano Ricardo da Silva – bioquímico do Departamento de Saúde de Ivaiporã

Fabiano Ricardo da Silva – bioquímico do Departamento de Saúde de Ivaiporã

Com a liberação cada vez maior das atividades consideradas não essenciais, o uso da máscara torna-se imprescindível para a proteção da população contra o risco de contaminação pela Covid-19. O bioquímico do Departamento Municipal de Saúde de Ivaiporã, Fabiano Ricardo da Silva, comenta que Ivaiporã está em uma situação de disseminação comunitária do vírus, ou seja, não é possível mais rastrear como a pessoa foi contaminada. A partir disso, a máscara deve ser usada por todas as pessoas em todos os ambientes que ela estiver fora de casa e, se for possível, também dentro dos imóveis domiciliares. “Sabemos que o vírus é transmitido por meio de gotículas de saliva ou pelo espirro e a máscara é eficiente para bloquear o vírus”, comenta.

Ele lembra que boa parte das pessoas pode estar infectada, mas não apresenta sintomas e, por isso, a máscara serve de barreira para que o vírus não seja lançado no ar. Para quem não está infectado, a máscara tem boa eficiência para barrar grande parte dos vírus que poderia infectar a pessoa. “Apesar de pequena, a máscara, mesmo a de pano, tem se mostrado bem eficiente nesse tipo de proteção”, ressalta.

Ele comenta, no entanto, que é preciso seguir as orientações para que a máscara continue sendo eficiente, como trocar a cada quatro horas de uso, ou quando ela fica úmida pela saliva, espirro ou quando a pessoa tosse. “Por isso, é importante que a pessoa carregue uma máscara reserva para trocar assim que ela ficar úmida”, frisa. A orientação também é para que as pessoas não usem da forma errada, seja no pescoço ou no queixo, e a máscara precisa tapar o nariz e a boca, para bloquear a entrada do vírus no organismo.

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