Missa com bispo encerra comemoração da festa da padroeira de Pitanga

Missa é celebrada pelo novo bispo de Guarapuava

Missa é celebrada pelo novo bispo de Guarapuava

O recém-empossado bispo da diocese de Guarapuava, Dom Amilton Manoel da Silva, celebrou no domingo, 26 de julho, a missa de encerramento da festa da padroeira de Pitanga, na Paróquia Matriz Sant’Ana. A celebração, transmitida pela internet e Rádio Pitanga, teve a presença restrita de público, em função da pandemia, e a participação de outros seis padres co-celebrantes. Essa foi a primeira visita do novo bispo à cidade e uma das primeiras paróquias em que Dom Amilton celebrou missa.

Segundo padre Gilson José Dembinski, a presença do bispo encerrando a festa de Sant’Ana é um momento especial e muito significativo para a paróquia. “Ele se mostrou muito atencioso com a comunidade e, principalmente, com os idosos que não estão podendo participar presencialmente das missas e isso para nós foi muito importante”, disse. O padre acredita que a missa de encerramento alcançou cerca de seis mil pessoas, que acompanharam pela internet, e pelo menos cinco mil pessoas ouviram a transmissão pela Rádio Pitanga.

Para o padre, outro momento especial foi ver várias famílias levando os idosos para acompanhar a missa pelo rádio, dentro dos carros estacionados em frente à igreja. “Foi algo muito emocionante, as pessoas de mais idade, dentro dos carros, ouvindo a missa e depois levamos a eucaristia; muitas não conseguiram conter a emoção”, comenta.

Para ele, a festa desse ano foi muito bonita espiritualmente, porque as pessoas puderam acompanhar as missas pela internet e lives com entrevistas, com relato do trabalho das pastorais e a apresentação de cantores de música sacra. “O fato das pessoas não poderem comparecer presencialmente às missas e terem que ir de carro para comungar, mostra que estamos passando por momentos difíceis, no entanto, todos precisam, cada vez mais, fortalecer a fé, para não entrar em depressão, ansiedade e pânico”, ressalta o padre.

Ele comenta que a igreja tem procurado seguir as recomendações dos órgãos da saúde, mas que, na medida do possível, é preciso criar condições de evangelizar as pessoas, para que a esperança continue viva. “Pois quando se perde a esperança é muito difícil seguir em frente”, relata o pároco.

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