Telemedicina Paraná já atendeu 10 mil pessoas

Ferramenta ajuda a desafogar atendimento hospitalar

Ferramenta ajuda a desafogar atendimento hospitalar

O aplicativo Telemedicina Paraná alcançou neste domingo, dia 21 de junho, a marca de 10 mil pessoas atendidas por meio do site e dos aplicativos disponíveis para Android e IOS. A ferramenta, que oferece orientação e serviços médicos e psicológicos gratuitos para a população, é uma medida inovadora no combate à pandemia do novo coronavírus.

No período de três meses foram atendidos usuários de várias cidades do Paraná e até de São Paulo. Além de possibilitar o atendimento médico à população, a plataforma ajuda a diminuir o fluxo de pessoas em Hospitais e Unidades de Saúde.

“O aplicativo é uma forma eficiente e inovadora que evita aglomerações e deslocamentos desnecessários, protegendo os profissionais de saúde e a população em geral”, disse o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona. “Estamos utilizando a experiência das Universidades Estaduais para atender a população com qualidade sem precisar sair de casa”, acrescentou.

O serviço ainda oferece o suporte para diagnóstico clínico de forma remota, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos.

Dos 10 mil atendimentos, 2.824 pessoas foram encaminhadas para o atendimento médico e 314 para o atendimento psicológico. As demais fizeram o cadastro e receberam as orientações dos profissionais que fazem a triagem, sem necessidade de novas consultas.

Atuam na plataforma 368 profissionais entre médicos, psicólogos, enfermeiros e estudantes de cursos da área da saúde das universidades estaduais do Paraná, da Escola de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde e da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Segundo o professor de Medicina da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Ricardo Zanetti Gomes, a ferramenta proporciona um atendimento completo. “Permite a troca de mensagens, vídeo-chamadas, envio de receitas médicas e a solicitação de exames, mantendo o monitoramento constante de pacientes. Também é possível notificar os casos para os municípios, contribuindo para o acompanhamento em tempo real da situação no Estado”.

Entre os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes estão tosse, dificuldade para respirar, dores no corpo, dor de garganta, febre, coriza, nariz entupido, diarreia e perda de olfato e paladar.

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