Emater Paraná passa a se chamar IDR-Paraná

Ana Maria Moraes – gerente regional do escritório do Idr-paraná

Ana Maria Moraes – gerente regional do escritório do Idr-paraná

Desde meados de abril, o Instituto Emater passou a ser denominado no Estado como IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná). A nomenclatura se justifica pelo fato que a nova empresa filiada à Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento) reúne a Emater, Iapar, CPRA e a Codapar. A organização das empresas também foi modificada e, agora, o estado está dividido em mesorregiões que englobam várias regionais da antiga Emater.

Ivaiporã está inserida na mesorregião norte, que contempla as regionais de Apucarana, Cornélio Procópio, Londrina e Santo Antônio da Platina. Já os municípios de Pitanga, Mato Rico, Santa Maria do Oeste e Boa Ventura do São Roque, que anteriormente pertenciam à Emater de Ivaiporã, agora fazem parte da Emater de Pitanga, que também está recebendo os municípios de Palmital e Laranjal. A regional de Pitanga está inserida na mesorregional centro ocidental, com as regionais de Guarapuava e Laranjeiras do Sul.

A chefe do escritório regional do IDR-Paraná de Ivaiporã, Ana Maria Moraes, comenta que o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, recebeu a incumbência do governador Ratinho Júnior de tornar a estrutura da Seab e das afiliadas mais enxuta e ágil. “Há cerca de dois anos, a Emater conseguiu passar por uma renovação, com a contratação via concurso, mas isso não ocorreu com outras filiadas da Seab, como o Iapar, por exemplo”, ressalta a chefe regional.

Ela salienta que a oxigenada que se deu na empresa e agora, com o IDR, as outras áreas que serão atendidas, como a pesquisa e a logística, também terão uma atenção especial. “Acredito que teremos um instituto com um dinamismo diferente, mais ágil e resolutivo”, frisa.

Além dessa nova organização, dentro da mesorregião está sendo formada uma espécie de conselho consultivo, que além de contar com gerentes e diretores do novo instituto, terá com representantes de universidades, sindicatos, entidades de classe, que poderão dar sugestões e acompanhar o plano de desenvolvimento que está sendo elaborado para cada região do Estado.

Ana Maria Moraes comenta que, nessa nova fase, além do atendimento da assistência técnica, que sempre foi uma marca da Emater, agora poderá ouvir as demandas para a área de pesquisa e da logística, que serão apontadas pelos produtores rurais e também pelas entidades representativas. “Acredito que com essas mudanças, teremos mais mobilidade entre as regionais e entre as áreas de atuação da empresa e conseguiremos fazer um trabalho mais detalhado”, ressalta.

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