OAB de Pitanga realiza palestras para advogados iniciantes

Jovens advogados participam de evento na sede da Oab Pitanga

Jovens advogados participam de evento na sede da Oab Pitanga

A Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB de Pitanga) realizou, na semana passada, uma reunião voltada aos advogados iniciantes, que foi ministrada pelo CAI (Comissão de Advogados Iniciantes) da subseção, que é presidida pelo advogado Alexandre Slompo. Entre os assuntos abordados na reunião, estava atuação como defensor dativo, sistema de plantão, como participar de uma comissão, tabela de honorários, sobre a Caixa de Assistência dos Advogados, bem como os convênios vinculados a ela. Também foi falado sobre a OABPREV, assunto o qual foi dirigido pelo consultor Carlos Marangon.

Dentre os advogados que compuseram a mesa, estava a presidente da OAB Subseção de Pitanga, Geovania de Fátima Dziubate; o presidente da CAI, Alexandre Slompo; a vice-presidente da CAI, Cristiane Guerra Loures; a secretária da CAI, Danielle Aparecida Scuira; o delegado da Caixa de Assistência dos Advogados, Wellington Senger; e o presidente da Comissão da Advocacia Dativa, Diego Otto.

Segundo o presidente da comissão, o objetivo do trabalho é aproximar os novos advogados da Comarca de Pitanga e promover uma troca de experiências, visando abordar os desafios para quem está iniciando na carreira. “A principal dificuldade dos jovens é a inserção no mercado de trabalho, especialmente, pelo fato da advocacia ser uma profissão que requer confiança e demora algum tempo para que o jovem advogado consiga criar uma carteira de clientes e se tornar conhecido dentro do meio empresarial”, comenta Slompo.

Outra dificuldade para os advogados iniciantes é entender como a teoria, que se aprende na faculdade, é colocada em prática no cotidiano e uma das alternativas, que inclusive foi apresentada na reunião realizada na sede da OAB, se refere à advocacia dativa. “Essa é uma boa oportunidade para os jovens advogados conseguirem alguns processos e entenderam como funcionam os trâmites no fórum e também todo o sistema jurídico”, disse o presidente da comissão.

Ele relata que, pela dificuldade do Paraná implantar órgãos de defensoria pública, principalmente nas comarcas de menor porte, o governo organizou o trabalho da advocacia dativa, que é voltada justamente para o atendimento da população carente e que não tem condições de pagar pelos honorários advocatícios. “Tem uma pequena remuneração, mas para iniciar a carreira é algo interessante e ajuda a ganhar experiência e ver como funcionam os processos”, avalia Alexandre Slompo.

A CAI também pretende estimular ações sociais que tenham caráter beneficente, arrecadação de alimentos, roupas e fazer uma campanha para ajudar a população mais carente. “Temos o interesse de fazer um trabalho social e ajudar a sociedade, especialmente em escolas, comunidades carentes, delegacia, escolas e na Apae”, frisa. O próximo evento acontecerá no dia 10 de março.

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