Apae de Lidianópolis começa a oferecer ações de equoterapia

Projeto Lombo Amigo é realizado pela Apae de Lidianópolis em parceria com a Prefeitura. Por: Divulgação

Projeto Lombo Amigo é realizado pela Apae de Lidianópolis em parceria com a Prefeitura

Fonte: Divulgação

Desde a semana passada, alunos da Escola de Educação Especial Rosa Alves, mantida pela Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Lidianópolis está oferecendo sessões de equoterapia para os alunos que se enquadram nesse tipo de tratamento. O lançamento do projeto foi na pista de laço mantida pela Comitiva São Sebastião, que é parceria do projeto, e contou com a presença do prefeito Adauto Mandu, do vice-prefeito Aparecido Buzato, vereadores, diretores e professores da Apae, além de integrantes da comitiva.

O projeto intitulado “Lombo Amigo” possibilita a execução de atividades terapêuticas de equitação, buscando desenvolver nos educandos potencialidades cognitivas e motoras, proporcionadas pela forma como o cavalo anda, possibilitando benefícios ao condicionamento físico, coordenação motora, equilíbrio, reduzindo as adversidades e limitações físicas e psicológicas.

O projeto visa também a inclusão dos portadores de necessidades especiais e a desenvoltura e segurança nas atividades diárias.

O prefeito de Lidianópolis, Adauto Mandu, disse que a parceria com toda a comunidade foi muito importante para viabilizar o projeto, não apenas pelo apoio da prefeitura, que viabilizou o convênio por meio do Departamento Municipal de Saúde, mas também pelo apoio da Comitiva e outras lideranças do município, que doaram os cavalos e cederam o pasto para a alimentação dos animais.

Com os recursos do município, a Apae tem condições de contratar dois profissionais para realizar o projeto, que é um tratador e uma fisioterapeuta, que atua no projeto e prestará o atendimento aos alunos.

A diretora da Apae, Deise Guerra, comenta que esse era um sonho antigo da instituição e que havia uma dificuldade, não apenas de recursos, mas também de profissionais qualificados para atender o projeto. No entanto, recentemente, a entidade recebeu a visita de uma pessoa que é responsável por um projeto semelhante em Maringá. Com as orientações, a Apae conseguiu que uma fisioterapeuta fizesse o treinamento junto com a cavalaria da Polícia Militar do Paraná, em Curitiba, e, agora com o certificado, ela está apta a realizar o trabalho no município.

“Com a publicação de recentes estudos comprovando a eficácia da equoterapia, teremos um tratamento muito mais eficiente, para trazer os benefícios que se espera de quem participa desse tipo de projeto”, comenta a diretora da Apae.

A equoterapeuta Elisângela Messias de Paiva explica que a realização da equoterapia pelo aluno com necessidades especiais é uma ótima opção de tratamento, tendo em vista que os exercícios realizados no cavalo permitem melhora na postura e na percepção do movimento, auxiliando no desenvolvimento do afeto, estimulando a sensibilidade tátil, visual e auditiva, trabalha a autoestima e a autoconfiança do aluno, desenvolve a coordenação motora e também melhora o tônus muscular.

Equoterapia traz benefícios a alunos com necessidades especiais

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