Subseção da OAB solicita providência na questão da carceragem em Ivaiporã

Ylson Cantagallo, Miguel Amaral, Guto Silva e Luiz Henrique Branco

Ylson Cantagallo, Miguel Amaral, Guto Silva e Luiz Henrique Branco

Durante a visita do chefe da Casa Civil a Ivaiporã, Guto Silva, o presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil no município, Luiz Henrique Branco, protocolou junto ao representante do Governo do Estado, um ofício solicitando providências com relação à superlotação da cadeia pública local.

O presidente ressalta que buscar soluções para a questão do sistema prisional no município foi um compromisso assumido pela diretoria da subseção durante a posse realizada no mês de março e que, inclusive, tem também um compromisso da seccional da OAB em Curitiba, de lutar para melhorar a situação da carceragem no município.

Segundo o levantamento feito pela OAB, a cadeia de Ivaiporã foi construída em 1982 e projetada para acomodar 32 presos. Atualmente, ela abriga mais de 150 pessoas e, além da superlotação, está com sérios problemas de infraestrutura, como perfurações no teto e no subsolo; a estrutura está condenada e corre o risco de desabamento, podendo causar a morte dos presos. “As condições são subumanas e, por isso, a diretora da seccional da OAB em Curitiba já está trabalhando junto à Secretaria de Estado da Segurança Pública buscando uma solução para o problema”, ressalta o presidente Luiz Henrique Branco.

A expectativa da OAB de Ivaiporã é que, após a entrega desse ofício, seja agendada uma reunião junto ao secretário de Segurança Pública para debater a situação e que, pelo menos, os presos condenados possam ser transferidos para o sistema prisional. “A cadeia de Ivaiporã é um barril de pólvora e à medida que se mantém muita gente encarcerada em situações precárias, a tendência é de fuga e mais violência, o que pode colocar em risco a população de Ivaiporã”, frisa o presidente da OAB.

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