Superintendente do Crea-PR profere palestra para acadêmicos de Agronomia

Representantes do Ifpr e do Crea conversam com alunos de agronomia

Representantes do Ifpr e do Crea conversam com alunos de agronomia

paragrafo>O superintendente do Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná), Celso Roberto Ritter, esteve em Ivaiporã, na semana passada, onde proferiu palestra para os acadêmicos do curso de Engenharia Agronômica, do Instituto Federal do Paraná (IFPR), campus Ivaiporã. O evento foi realizado na sede do IFPR e, além dos acadêmicos, contou com a participação do gerente regional de Apucarana, Jeferson Antonio Ubiali, e representantes da Associação de Engenheiros e Agrônomos de Ivaiporã.

Ritter apresentou um histórico da Agronomia, desde quando ela iniciou no Brasil, passando pela regulamentação profissional, que ocorreu na década de 30, até a forma como ela é vista atualmente. Ele passou algumas informações sobre o perfil dos engenheiros agrônomos no Paraná, por meio de uma pesquisa, e a forma como estão distribuídos no Estado. “Queremos falar para eles também porque a agronomia é uma profissão que depende de regulamentação e não é uma profissão livre, sendo reservada aos profissionais formados nesta área”, comenta.

A palestra foi encerrada mostrando a importância de uma atuação retilínea por parte dos agrônomos, de uma conduta ética, frente ao privilégio de exercer uma profissão que é regulamentada.

Segundo o superintendente, a grande vertente da economia nacional é o agronegócio. Assim, a produção agrícola que não pode ser realizada sem o conhecimento e a ciência da agronomia. “A produção agrícola utiliza solo e água, que são recursos finitos e, por isso, a produção precisa acontecer de maneira sustentável e à luz da ciência”, comenta Ritter. Outro fator destacado por ele é o curso ser de forma presencial e por meio de uma instituição federal. “O Crea-PR tem defendido fortemente os cursos presenciais, pois tem a preocupação com a qualidade do ensino e houve uma mercantilização muito grande dos cursos de engenharia nos últimos 10 anos no Brasil, que fez com que a educação virasse um grande negócio”, cita.

Ele destaca que o mercado de hoje exige profissionais que levem a ciência para dentro do processo produtivo. “Cada vez mais o mercado de trabalho é disputado e a sociedade precisa de profissionais qualificados e da ciência, para que o processo produtivo se dê de forma sustentável. Para isso, é necessário para os futuros profissionais entendam que apenas ter a faculdade não basta, é preciso ter uma formação continuada”, comenta.

Acadêmicos têm contato com órgão regulador da profissão

Acadêmicos têm contato com órgão regulador da profissão

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