Coamo encerra 2018 com faturamento recorde

Galassini apresenta números aos cooperados de Ivaiporã

Galassini apresenta números aos cooperados de Ivaiporã

O presidente da Coamo, Aroldo Galassini, esteve em Ivaiporã, na semana passada, realizando a reunião de diretoria, relativa ao primeiro semestre de 2019, com os cooperados de Ivaiporã, Jardim Alegre, Lidianópolis, Arapuã e Ariranha do Ivaí. O evento aconteceu na unidade da cooperativa e teve a participação de mais de 200 produtores rurais. Como acontece em todas as primeiras reuniões do ano, o presidente da cooperativa apresentou os números da empresa, mostrando o balanço do exercício financeiro do ano anterior.

Em 2018, a Coamo obteve o melhor resultado financeiro de sua história, com faturamento de R$ 14,8 bilhões; com o volume recorde, a cooperativa também vai realizar, no dia 18 de fevereiro, a devolução aos cooperados de sobras de R$ 358 milhões, a maior da história. A assembleia geral, que aprovará as contas da cooperativa, será realizada no dia 15 de fevereiro, em Campo Mourão.

A Credicoamo também obteve um resultado positivo no ano passado, com volume de ativos no valor de R$ 2,770 bilhões e com sobras de R$ 98 milhões, que é resultado maior que em 2017. Além de apresentar o resultado da cooperativa, Galassini também mostrou os números relativos ao volume de entrega de produtos e a comercialização de soja, milho e trigo e os estoques no Brasil e no mundo, desses produtos. Para o presidente da cooperativa, esses números são importantes para que o produtor faça seu cálculo do custo de produção e, com isso, possa fazer o planejamento para a comercialização da própria produção. Ele comenta que a orientação da cooperativa é que o agricultor faça a venda de forma parcelada, para que, na média, ele consiga alcançar o melhor preço possível.

Frustração de safra

Galassini também comenta que, na região Oeste do Paraná, existe uma frustração de safra e que vai prejudicar a produtividade naquela região. Em algumas lavouras, a produção não chega a 40 sacas de soja por alqueire, o que não paga os custos da produção. Muitos produtores já estão acionando o seguro agrícola e o Proagro, para minimizar os prejuízos. Ele salienta que, por enquanto, a região central ainda não sofreu com a estiagem, mas é necessário que chova nos próximos dias para que a safra de soja não seja prejudicada.

Comentários