Paraná Centro assina termo de adesão ao Movimento Paraná Sem Corrupção

Nair Amaral e Josmaico Pedroso assinam termo de adesão

Nair Amaral e Josmaico Pedroso assinam termo de adesão

O jornal Paraná Centro, por meio da diretora Nair Fraga do Amaral, assinou junto com o promotor substituto Josmaico Gesteira Pedroso, o termo de adesão ao Movimento Paraná Sem Corrupção, que é uma iniciativa do Ministério Público que tem como objetivo promover o combate à corrupção e disseminar uma cultura baseada na dignidade, honestidade, em princípios éticos, na participação social e no exercício pleno da cidadania.

Pelo termo assinado, o Paraná Centro dará apoio com o objetivo de difundir e divulgar as ações da campanha e também agir de forma educativa e preventiva de modo a reforçar o comportamento ético e honesto dos cidadãos, a participação social e o exercício pleno da cidadania.

O seminário também se compromete a participar e apoiar as campanhas e eventos de conscientização e incentivo à disseminação de uma cultura baseada na dignidade e honestidade e focada em princípios éticos.

O promotor de Justiça, Josmaico Pedroso, comenta que o Ministério Público, por meio do projeto Geração Atitude, que faz parte do Movimento Paraná Sem Corrupção, está tentando incutir, especialmente nos adolescentes e jovens, a importância da honestidade, da integridade e da consciência sobre a gravidade e o mal que faz a corrupção ao Brasil.

Durante o ano, foram realizadas palestras em escolas dos municípios que são integrantes da Comarca de Ivaiporã, como Lidianópolis e Ariranha do Ivaí. “A ideia é justamente difundir essa cultura de cidadania, para que o adolescente compreenda que, por suas atitudes, eles podem mudar sua realidade e participar ativamente da mudança para se construir uma sociedade mais honesta e justa”, frisa o promotor.

Sobre o momento em que passa o Brasil, com uma série de escândalos de corrupção, Josmaico Pedroso comenta que é necessário instruir os jovens, para que eles possam mudar o pensamento de tirar vantagem em tudo. “Eles têm que começar a enxergar a gravidade dos seus atos desde cedo, para que compreendam que os atos ilícitos e incorretos geram uma responsabilidade”, cita.

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