Acadêmicos da PUC desenvolvem ações em comunidades carentes de Nova Tebas

Acadêmicos da Puc conversam com a comunidade em Nova Tebas

Acadêmicos da Puc conversam com a comunidade em Nova Tebas

Moradores das comunidades rurais de Caputoranga, Poema e Bela Vista receberam, na semana passada, a visita da Missão Universitária Irmão Henri Verges, numa ação desenvolvida pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) dos campi de Toledo, Londrina e Maringá.

A missão reúne, uma vez por ano, acadêmicos de diversos cursos, que se deslocam até uma cidade do interior do Estado, onde são realizadas ações com famílias e moradores que vivem em situação de vulnerabilidade social. Segundo a pastoralista Débora Heloisa Zacarias, que coordenou o trabalho em Nova Tebas, a ação contou com o apoio da Paróquia São Pedro Apóstolo e da Prefeitura de Nova Tebas. Durante a missão, que tem a duração de uma semana, os acadêmicos fazem atividades com crianças, idosos, gestantes, além de visita a escolas e hospitais e oferecem serviços que vão de encontro com as necessidades da comunidade local.

A PUC já realiza a missão há 10 anos e essa é a primeira vez que a atividade foi realizada em Nova Tebas.

Débora Zacarias comentou que, a cada ano, os pastoralistas sugerem algumas cidades onde a missão possa ser desenvolvida e um dos integrantes do grupo conhecia o padre André, pároco em Nova Tebas. Após algumas reuniões com a pastoral e a presença do poder público, houve a abertura para que a ação pudesse ser realizada no município. “Como todas as cidades, sabemos que a periferia é onde existe a população mais vulnerável socialmente e é onde conseguimos realizar nossas ações”, comentou.

A pastoralista ressalta que essa ação é muito requisitada pelos alunos e existe uma procura grande para participar. Ela comentou que o processo de seleção conta com inscrição, redação e entrevista e, a partir daí, os selecionados passam por uma formação geral. Além de Nova Tebas, nesse ano, a PUC no Paraná realizou a missão em Turvo, Lapa e Palmas. “Às vezes, esses acadêmicos vivem em uma bolha, não porque querem, mas porque não tem a oportunidade de conhecer outras realidades; procuramos, dentro do trabalho da pastoral, extrapolar a formação acadêmica e atingir também as áreas sociais, para que esse futuro profissional possa olhar todas as realidades”, finaliza a pastoralista.