Pitanga formaliza doação de terreno para novo hospital

Cida Borghetti, Maicol Barbosa e Rômulo Augusto mostram documento que formaliza doação do terreno. Por: Aldinei Andreis

Cida Borghetti, Maicol Barbosa e Rômulo Augusto mostram documento que formaliza doação do terreno

Fonte: Aldinei Andreis

Em solenidade, o município de Pitanga assinou um convênio com a Caixa, no valor de R$ 25 milhões, para a construção de um novo hospital. Os recursos são do Ministério da Saúde e foram viabilizados pelo deputado federal e ex-ministro Ricardo Barros. O convênio foi assinado pela secretária municipal de Saúde, Emily Sakuray, que destacou a importância desse investimento, que irá substituir a atual sede do hospital São Vicente de Paulo, que está fora das normas determinadas pelo Ministério da Saúde para o funcionamento de uma instituição hospitalar. Emily destacou, durante a solenidade, que a primeira sugestão era que o hospital fosse reformado, mas o então ministro Ricardo Barros comentou que o investimento para a reforma ficaria muito caro e não contemplaria todas as necessidades e, por isso, um novo projeto seria mais viável.

Para o prefeito de Pitanga, Maicol Barbosa, essa nova estrutura de saúde será diferenciada para a região central e vai poder atender melhor os municípios vizinhos e oferecer serviços especializados, que há muitos anos são requisitados pela população, como uma estrutura de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e também trazer outros importantes benefícios para a população.

A expectativa é que o projeto seja aprovado nos próximos dias junto ao Ministério da Saúde e a licitação possa ser realizada o mais rapidamente possível e, com isso, o início da obra aconteça ainda em 2018.

Doação do terreno

Na solenidade, a governadora Cida Borghetti assinou a escritura pública de doação plena do terreno de 30 mil m² para a construção do hospital, que foi cedido pela família do ex-presidente do Sindicato Rural de Pitanga, Cleuze Araújo.

Rômulo Augusto, neto de Cleuze, disse que a família ficou emocionada ao poder contribuir com a doação do terreno. “Meu avô foi uma pessoa que deixou um legado para o homem do campo, porque também veio de uma família de pequenos produtores. Com um pouco do que ele construiu, temos a satisfação de contribuir para a população de Pitanga, município que ele amava e temos a certeza de que isso vai contribuir para o bem-estar de muitas pessoas”, disse.

Rômulo comentou que a família pretende fazer um investimento na região, com a implantação de um loteamento e que a área institucional, que é reservada ao município, por lei, é muito menor que o necessário para a construção do hospital. No entanto, após conversa com os familiares, ficou definido pela doação de 3 hectares, que será mais que suficiente para a obra. “Acho que esse seria o desejo do meu avô Cleuze Araújo, que já contribuiu muito para a história de Pitanga e, agora, contribuiu ainda mais para seu desenvolvimento”, comentou.

Emily Sakurai assina convênio para construção de hospital em Pitanga

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