Jovem ivaiporãense publicará livro sobre espionagem

A Nação Invisível é o 1º livro escrito pelo estudante Gabriel Tassi. Por: Antonello Nadal

A Nação Invisível é o 1º livro escrito pelo estudante Gabriel Tassi

Fonte: Antonello Nadal

Gabriel Tassi Lara, um jovem de 16 anos de idade, cheio de sonhos e com muitos planos para o futuro, escreveu seu primeiro livro “A Nação Invisível”, que contém 320 páginas, e está previsto para ser publicado em janeiro de 2018, pela editora Selo Jovem. Inicialmente, não tinha ideia da proporção que as coisas tomariam, porque o livro foi publicado somente em formato digital para concorrer ao prêmio Kindle de autores iniciantes.

O escritor é filho de Eliseu Pereira Lara e Márcia Regina Tassi Lara, aluno do Colégio Panamericano, e conta que, desde criança, se interessou pelo mundo da escrita e pela arte de contar histórias. Fã de cinema e narrações épicas, inspirado por mestres do suspense, o jovem segue com o sonho de conquistar o público leitor com histórias sobre o mundo das conspirações.

Segundo o autor, a Nação Invisível inicia a primeira etapa de uma longa jornada pelo ramo literário. “É o começo de um sonho que está se realizando. Paralelamente ao livro de espionagem, estou trabalhando em outras duas histórias: um velho oeste e um suspense policial, mas tudo isso requer estudo e tempo”, afirmou.

A obra conta a história de Lyle, um jovem de 23 anos, morador de Chicago, que vê sua vida mudar em um piscar de olhos ao descobrir que o pai, Chris, é integrante de uma agência secreta de segurança, a Nação Invisível. Ao ser recrutado e depois de passar pelos treinamentos, vê tudo dar errado em sua primeira missão. Sabotado por um inimigo maquiavélico, o jovem se vê sozinho, caçado pela própria agência, contando com o apoio apenas do pai e de seu parceiro, Daniel. Com poderes limitados e caçados por tudo e todos, o trio lutará para se manter longe das grades e parar um vilão com um plano que ameaça a segurança mundial.

O jovem explicou que a história busca passar aos leitores um tom de urgência sempre iminente, fazendo-os compartilhar da tensão dos protagonistas que podem, a qualquer instante, morrer. Além disso, a proposta era que os leitores embarcassem junto do personagem em um mundo completamente desconhecido, que se desenvolve próximo de todos, mas que ninguém consegue ver. Assim, fica difícil compreender o tamanho do universo descoberto por Lyle. Os leitores, ao serem envolvidos pela história, passam a compartilhar da sede de vingança do jovem Lyle e da necessidade de conter uma possível ameaça terrorista. “A intenção do livro era explorar situações extremas e abordar a ideia de que há muito mais no mundo do que nos é revelado. A história tem um clima violento e um pouco sombrio, mas trata disso tudo sendo um livro, no geral, sadio. O enredo trata também dos grandes avanços tecnológicos cujo mundo está passando, e o quão difícil vem se tornando a missão de manter a ordem e o controle internacional. Portanto, a obra é muito envolvida pelas tecnologias. A ideia era criar um enredo voltado ao publico jovem que não se identifica com os best-sellers adolescentes que recheiam as livrarias”, finalizou Gabriel Tassi.

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